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Saúde Mental no Trabalho


Em 2016, mais de 75 mil trabalhadores foram afastados do trabalho pela Previdência Social em consequencia da #depressão. 37,8% de todas as licenças da época foram causadas por #transtornosmentais tais quais estresse cronico, ansiedade generalizada, bipolaridade e esquizofrenia. Todos estes são detectáveis e tratáveis e levam anos até se instalarem, trazendo grandes impactos que poderiam ser evitados com campanhas de informação.

Outra doença que vem ganhando significativo destaque: #BURNOUT ! - a síndrome da exaustão que traz sentimentos de isalamento, inferioridade e insatisfação com tudo o que faz e forte dor emocional com consequencias para a família e a sociedade.


Para a Associação Internacional de Gestão do Estresse, pelo menos 32% dos profissionais brasileiros já sofrem este esgotamento no trabalho.

A perda projetada neste ano de 2016 - faltam dados oficiais atualizados- é de cerca de U$63,3 bilhões anuais, colocando o Brasil no 2o lugar do ranking mundial, perdendo apenas para os EUA, onde o problema já é considerado de saúde pública.

(Fonte: Observatório do 3o Setor)


O que as empresas podem fazer?



A #Kenoby fez um levantamento entre profissionais de RH e 93% deles acredita que falta um olhar das empresas para o tema. 67% declara que houve colaboradores #afastados por problemas desta ordem em suas empresas. No entanto, o problema não é só do RH. Não adianta apenas trazer a demanda ao RH sem pensar na #culturaorganizacional, sem capacitar os #líderes e sem investir em programas estruturados de saúde mental.

Os três principais pilares de apoio à saúde mental são:

  • Criar uma rede de apoio e suporte social que inclua escuta empática, acolhimento e encaminhamento a suporte especializado.

  • Estabelecer um ambiente psicológico seguro onde os colabortadores possam trazer suas questões, falar de suas necessidades de forma genuinamente sem julgamentos e se medo de sofrer retaliações.

  • Fomentar, de modo conínuo e estruturado, a #inclusão, o pertencimento de cada colaborador para além de programas de #diversidade apenas e isoladamente.

Algumas boas práticas que temos visto e pesquisado por aí:

  • Capacitação dos líderes para o #checkinemocional, a #escutaempática, assumir e acolher as #vulnerabilidades e, sobretudo, rede de apoio para onde endereçar os casos necessários.

  • Criação de #squadesdesaúdemental como pare de Programas de Gerencialmento de Estresse e de Saúde Emocional, formado por profissionais com abordagens multidisciplinares: médicos, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, instrutores de mindfullness, entre outros.

  • Cuidados com a saúde integral: física, emocional, mental e estpiritual

  • Espaço de Informação e conexão como rodas de conversa, lives e palestras, cartilhas educativas, plataformas de atendimento especializado, entre outros.

  • Canais para detecção de sinais de presença de transtornos mentais, de acolhimento para triagem e encaminhamento para tratamento especializado e as redes de apoio englobando a família e/ou o círculo social do colaborador.

Saúde mental é questão de saúde pública já declarado pela Organização Mundial de Saúde. O custo social e financeiro para o Brasil e o mundo é alarmante. Os números não param de subir e o #suicídio decorrente em 97% doa casos da #depressão já ceifa 1 vida em cada 100 no mundo, matando mais que HIV e câncer de mama.

Informar e conversar sem julgamentos, já ajuda imensamente.

Vamos cuidar de nossos colaboradores. #setembroamarelo , mês da campanha de prevenção ao suicídio.


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E quem sou eu? Sou Lucimar Delaroli, psicóloga, coach e mentora de líderes e de profissionais de RH business partner, trabalhando com desenvolvimento Humano há mais de 30 anos e mudadora de mundos. Me chama e vamos juntos!

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